terça-feira, 19 de outubro de 2010

Um lugar tranquilo para passear


Quando você precisa de um pouco de tranqüilidade, procure passear na mais linda  praça  que é a praça Batista Campos.
Onde você pode sentir :
·       um ar de amizade;
·       uma paz de espírito;
·       o amor .
Pode-se  perceber:
·       sua beleza ;
·       seus lindos detalhes;
·       os vendedores de água de coco ;
·       alguns animais;
·       os  casais namorando;
·       as crianças  brincando;
·       pessoas com seus animais;
·       pessoas fazendo seus exercícios;
·       a alegria do lugar e sua serenidade.
Mais só você indo dar uma volta por lá para poder desfrutar de todas essas qualidades, e descobrir mais coisas que o lugar pode de oferecer.
Ass:Marina Cangussú Reis
 
 

Manteve os traços originais


Em 2008, a praça passou por uma grande restauração coordenada pela empresa Engetower Engenharia, ganhando um ar mais moderno e organizado, porém mantendo suas principais características, como seu ajardinamento sem grades, plantas ornamentais, córregos, pontes, bancos, caramanchões, chafariz e coretos de ferro.

Em 2005, ganhou o "Prêmio 100 Mais Brasil", da Revista Seleções, como a mais bela praça do país.

Noite na praça : banco , lixeira e orelhão.


Desde 1997, a Associação dos Amigos da Praça Batista Campos (AAPBC) também ajuda a preservá-la, em uma perspectiva de defesa do meio ambiente e da natureza. Tudo isso com muito carinho, através de várias parcerias”, explica Egydio Salles, fundador da associação e recentemente falecido.
Passear pelos canteiros da Praça, observar as garças que voam livres, e aproveitar a mistura exótica de árvores da região e plantas ornamentais, traz um pedacinho da Amazônia para dentro da cidade de Belém.

Coreto de noite


Os restos de Batista Campos atualmente descansam na Igreja de Nossa Senhora de Nazaré ou Matriz, em Barcarena.
Obedecendo ao plano “jardins sem grades”, a praça possuía quatorze entradas. Mais tarde os calçadões da Praça receberam revestimento de mosaico português com motivos marajoaras. A praça possui coreto, cursos d'água com pontes e está jardinada com árvores nativas.
A Praça Batista Campos foi tombada pelo município em 1983. Em 1986, ganhou novos equipamentos e passou por uma restauração buscando características perdidas no início do século XX, durante a primeira reforma.

João Batista Gonçalves Campos (Barcarena, 1782 — Barcarena, 31 de dezembro de 1834) foi um cônego, jornalista e advogado brasileiro.


Foi um importante ativista político da história do que atualmente é o estado do Pará, desde a época que antecedeu a Independência do Brasil até as lutas partidárias que culminaram com a explosão do movimento da Cabanagem (1835-1840), ocorrido durante o período da regência provisória.
Filho de Mateus Gonçalves e de D. Maria Bernardo de Campos, foi ordenado em 1805, destacou-se como sacerdote.
Autor intelectual da Cabanagem, alimentou, com suas atitudes corajosas e com seu verbo entusiasmado, a resistência contra o governador da província Bernardo Lobo de Sousa, por isso teve de refugiar-se no interior da Província, para escapar às perseguições do governo. Redigiu o primeiro jornal publicado em Belém - "O Paraense" - e a seguir o "O Publicador Amazoniense".
Na administração pública, foi vice-presidente do Conselho do Governo da Província e fez parte da Junta Provisória do Governo, no período de 18 de agosto de 1823 a 30 de abril de 1824. Por ordem de Grenfell, foi amarrado à boca de um canhão aceso no dia 17 de outubro de 1823.
Em 1834, enquanto Batista Campos fazia a barba, provocou, por descuido, um corte profundo em uma espinha no rosto por intermédio da navalha que usava. O ferimento aparentemente irrelevante infeccionou, provavelmente acentuado pelas condições geográficas da Amazônia, o que ocasionou a morte de Batista Campos em 31 de dezembro de 1834. Seu corpo foi enterrado na Vila de Barcarena e, mais de 150 anos depois, em 1985, seus restos mortais foram retirados do local de sepultamento, colocados em uma urna, e levados em carreata pela cidade de Belém, na comemoração dos 150 anos da Cabanagem, sendo posteriormente carregados a um monumento comemorativo na capital paraense.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

História


No século XIX, o terreno pertencia a Maria Manoela de Figueira e Salvaterra, sendo por isso conhecido como “Largo da Salvaterra”. Com a morte da proprietária, as terras passaram a pertencer à Câmara Municipal de Belém, passando a chamar-se “Praça Sergipe” em homenagem à nova província brasileira.
Em 1897, durante o governo do intendente Antônio Lemos, a praça passou a homenagear um dos principais personagens da Cabanagem: Cônego Batista Campos, morto em 1834. Na época o terreno era um largo singelo com algumas mangueiras e um canteiro central. Três anos depois, quando foi inaugurada em 14 de fevereiro de 1904, já era uma das praças mais belas de Belém.